Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos

Autor: Equipe de Comunicação

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LIVE PNDH-3 10 anos depois: Balanço Prospectivo

A Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo (PAD), de Parceiros de MISEREOR no Brasil, representado pela Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em parceria com o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), realiza live para apresentação, reflexão e debate sobre a publicação “PNDH-3 10 anos depois: Balanço Prospectivo”. A atividade será no dia 19 de novembro de 2020, as 19:00hs. as informações sobre a transmissão e acompanhamento da live serão disponibilizadas na sequência. AGUARDEM! Participam do evento o autor e organizador da publicação Paulo Carbonari (Professor de Filosofia e membro da Coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos – MNDH) e a autora Mércia Maria Alves da Silva (Educadora do SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia e da Coordenação do Processo de Articulação e Diálogo – PAD). O evento também contará com a participação do convidado Rogério Sotilli (Ex Secretário Nacional de Direitos Humanos e Diretor Executivo do Instituto Vladimir Herzog) e da convidada Cibele Kuss (Pastora da igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB e secretária executiva da Fundação Luterana de Diaconia – FLD). A moderação do evento será feita por Enéias da Rosa (Secretário Executivo da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil e organizador da publicação). A publicação é resultado do Seminário Nacional realizado em Brasília, nos dias 27 e 28 de novembro de 2019, como forma de marcar e refletir sobre os 10 anos do PNDH-3. Contou com a participação de representantes de organizações, movimentos, articulações e de conselheiros/as ligados/as aos Conselhos Estaduais de Direitos Humanos de pelo menos vinte e dois Estados brasileiros. A publicação está organizada em três partes – contextualização; análise; perspectivas – na qual trás sete textos e reflexões e ao final também traz a recomendação n. 24 do CNDH emitida em 11 de novembro de 2019. Está posicionada numa perspectiva de retomada do processo, do contexto no qual se deu a construção do PNDH-3 e do seu próprio significado, da perspectiva e da capacidade de indução de políticas de direitos humanos no Brasil a partir do PNDH-3, desde a sua publicação até o presente momento, e, também, da importância e inserção do PNDH-3 para o atual momento e contexto de país, seja no campo dos direitos humanos propriamente, mas também da democracia, no qual os cenários são de muitos retrocessos, obscurantismos, barbárie e políticas de morte. Acesse a publicação já disponível no site da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil http://monitoramentodh.org.br/publicacoes/sem-categoria/pndh-3-10-anos-depois-balanco-prospectivo/

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Acesso ao relatório “PNDH-3 10 anos depois: Balanço Prospectivo”

A Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo (PAD), de Parceiros de MISEREOR no Brasil, representado pela Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em parceria com o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), lança a publicação “PNDH-3 10 anos depois: Balanço Prospectivo”. O lançamento da publicação aconteceu no dia de hoje, 13 de novembro de 2020, as 11:00hs da manhã, durante a sessão plenária do CNDH, com transmissão aberta no canal do facebook https://www.facebook.com/conselhodedireitoshumanos Na oportunidade do lançamento estiverem presentes Enéias da Rosa (Secretário Executivo da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil) e Paulo Carbonari ( Coordenador no Movimento Nacional de Direitos Humanos) que organizaram a publicação. Também participou do lançamento da publicação, Leonardo Pinho, vice-presidente do CNDH, que manifestou a importância desta publicação de balanço pós 10 anos do PNDH3 no Brasil, tendo presente que o mesmo é base para orientar toda a atuação do CNDH. Também manifestou o importante papel cumprido pela sociedade civil brasileira nos processos de seguimento e monitoramento das ações em direitos humanos no Brasil, tendo no CNDH um espaço estratégico para dar ressonância e visibilidade as ações desenvolvidas. Acesse a publicação já disponível no site da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil http://monitoramentodh.org.br/publicacoes/sem-categoria/pndh-3-10-anos-depois-balanco-prospectivo/ Aproveitamos a oportunidade para anunciar que no dia 19 de novembro de 2020, as 19:00hs teremos um live pública sobre a publicação, com participação de alguns autores. Agende e aguarde que enviaremos mais informações!

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Lançamento publicação “PNDH-3 10 anos depois: Balanço Prospectivo”.

A Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo (PAD), de Parceiros de MISEREOR no Brasil, representado pela Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em parceria com o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), lança a publicação “PNDH-3 10 anos depois: Balanço Prospectivo”. O lançamento da publicação será no dia 13 de novembro de 2020, as 11:00hs da manhã, durante a sessão plenária do CNDH, com transmissão aberta no canal do Facebook https://www.facebook.com/conselhodedireitoshumanos A publicação é resultado do Seminário Nacional realizado pela Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (MNDH; PAD; FE ACT Brasil e parceiros de Misereor) em parceria com o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), em Brasília, nos dias 27 e 28 de novembro de 2019, como forma de marcar e refletir sobre os 10 anos do PNDH-3. Contou com a participação de representantes de organizações, movimentos, articulações e também de conselheiros/as ligados/as aos Conselhos Estaduais de Direitos Humanos de pelo menos vinte e dois Estados brasileiros. A publicação está organizada em três partes – contextualização; análise; perspectivas – na qual trás sete textos e reflexões e ao final também traz a recomendação n. 24 do CNDH emitida em 11 de novembro de 2019. Está posicionada numa perspectiva de retomada do processo, do contexto no qual se deu a construção do PNDH-3 e do seu próprio significado, da perspectiva e da capacidade de indução de políticas de direitos humanos no Brasil a partir do PNDH-3, desde a sua publicação até o presente momento, e, também, da importância e inserção do PNDH-3 para o atual momento e contexto de país, seja no campo dos direitos humanos propriamente, mas também da democracia, no qual os cenários são de muitos retrocessos, obscurantismos, barbárie e políticas de morte. Ainda, sobre o PNDH3, pode-se dizer que, se não há um consenso, seja no campo da sociedade civil organizada que atua com direitos humanos, bem como de representantes de diferentes espaços institucionais como são os próprios Conselhos de Direitos Humanos, de órgãos de Estado em diferentes esferas, de especialistas no campo de direitos humanos entre outros, há uma justa e real compreensão de que o PNDH-3 simboliza muito do que é a diversidade e o querer do que é a luta por direitos humanos no nosso país. Se, por um lado, seu conteúdo ainda precisa ser transformado em políticas de direitos humanos, por outro, o Programa é, e continua sendo, ainda mais nos dias atuais, uma orientação de referência, talvez a maior que tenhamos no país, além da Constituição Federal 1988, para quem atua com direitos humanos e entende que esta luta é permanente e está sempre por ser feita. Isto fica muito nítido nos posicionamentos manifestos pelos autores e seus textos que compõem esta publicação e que merecem um olhar atento sob esta perspectiva, uma vez que a vida segue e a luta por direitos humanos também.  

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Em quarta oficina, organizações trocam experiências sobre o processo da Ação de Monitoramento de Violações dos Direitos Humanos no Contexto da Covid-19

A oficina nacional do processo de Ação de Monitoramento de Violações dos Direitos Humanos no Contexto da Covid-19 teve sua quarta edição no dia 10 de setembro. O encontro aconteceu em uma videoconferência e contou com a presença de 36 participantes, representantes de pelo menos 30 organizações e movimentos sociais, de 19 estados e DF. A reunião teve como objetivo fazer um breve balanço do processo até o presente momento e também abrir espaço para a troca de experiências das organizações no processo de definição dos casos, produção e qualificação de informações, tópico abordado e apresentado em detalhes na reunião anterior, que aconteceu na primeira quinzena do mês de agosto. Para introduzir as pautas, os participantes foram acolhidos e relembrados dos aspectos da metodologia do percurso até então. Enéias fez uma retomada de alguns aspectos e destacou que este processo é de extrema importância pela necessidade de denunciar e acompanhar situações de violações de direitos humanos no contexto da COVID-19, mas também pelo fato de ser uma metodologia que está sendo aplicada agora e que deverá orientar os processos de documentação de casos entre parceiros também na sequência, nos processo de seguimento de casos. Com base nas metas de mobilização e identificação das alegações já encaminhadas nos meses anteriores, os participantes compartilharam os casos definidos e como está sendo o desenvolvimento da documentação desses casos. Até o momento foram identificados pelo menos 12 casos em pelo menos 10 estados que estão já estão em processo de documentação. Os casos tratam de temas relativos aos direitos dos povos indígenas, violência policial, direito humano a alimentação, segurança alimentar e nutricional, direito ao território, direito a moradia urbana, à agua e ao saneamento básico, população encarcerada e direitos humanos, profissionais da saúde e direitos humanos entre outros. Todos os casos estão sendo documentados na proposta de formulário que foi apresentado na oficina anterior.  A coordenação executiva nacional manifestou novamente sua disponibilidade para possíveis outras dúvidas técnicas sobre esse passo importante da documentação. Atendendo aos apontamentos das organizações, erros do formulário foram corrigidos e uma atualização e ampliação de espaço para recebimento de documentos foi feita, permitindo o recebimento de arquivos mais extensos caso necessário. Para prosseguir com o projeto, Paulo Carbonari (MNDH) apresentou uma introdução aos aspectos do plano de ação, apontando para os próximos passos da agenda, conforme documento disponibilizado em documento anexo. Esta agenda do planejamento será retomada de forma mais detida e aprofundada na próxima oficina já agendada para o dia 30 de setembro. Com relação ao processo de planejamento Paulo enfatiza que o fundamental é decidir em conjunto o que será feito, inclusive em quantidade de casos documentados, tendo presente que é importante visualizar que o que for documentado e planejado tenha condições de ser efetivamente executado. Para ilustrar melhor as próximas etapas, uma proposta de roteiro básico foi exibida na reunião, contendo possíveis atividades, resultados esperados, datas e seus responsáveis. Essa proposta também foi encaminhada para todos os participantes por meio do canal de comunicação da ação. A iniciativa de monitoramento “Direitos Humanos em Ação” foi pensada com o objetivo de acompanhar as situações de violações de direitos e de medidas de retrocessos dos direitos humanos no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasil. A ação está inserida na campanha “Todas as Vidas Valem”, coordenada pelo MNDH, mas também conta com a participação e coordenação da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), da qual fazem parte o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Processo de Articulação e Diálogo (PAD), o Fórum Ecumênico ACT Brasil e os parceiros de Misereor no Brasil.

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ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS PAUTAM ASPECTOS SOBRE O DIREITO AO DESENVOLVIMENTO NA ONU

A Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil), o Processo de Articulação e Diálogo (PAD), a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), em conjunto com a ABONG, UNEAFRO, FIAN Brasil, UNISOL Brasil, Rede de Povos e Comunidades Tradicionais e outras organizações parceiras no Brasil, participam da 45 Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU que acontece durante o período de 14 de setembro a 09 de outubro em Genebra. Durante este período de sessão temas como Direitos Humanos no contexto da COVID-19, Direito à água e saneamento, Resíduos Tóxicos (que terá relatório sobre a visita no Relator Especial ao Brasil no ano de 2019), Direitos dos Povos Indígenas, Racismo e Violência Policial, Direitos das Mulheres, Direitos dos Migrantes entre outros estarão sendo tratados. Destaca-se também neste período de sessão o tema do Direito ao Desenvolvimento, que terá várias atividades, que vão desde a realização de um painel sobre o tema, da participação do Relator Especial para o tema e também da primeira participação do Mecanismo de Especialistas sobre o Direito ao Desenvolvimento, que ocorre no dia 17.09 e que estará apresentando seu Plano de Trabalho para os próximos períodos. O grupo de especialistas é composto por cinco especialistas, um dos quais é o perito brasileiro, Armando de Negri. No diálogo interativo com o Mecanismo para o Direito ao Desenvolvimento, as organizações brasileiras afirmam de que “a promoção do direito ao desenvolvimento exige não confundi-lo com simples crescimento econômico, com consumo predatório e desenfreado e com aumento da concentração da riqueza sem limites”. Por outro lado, também são enfáticas ao dizer que “não há direito ao desenvolvimento sem garantia das condições para tal e, entre elas, estão o meio ambiente, os bens comuns e a vida, em todas suas formas, inclusive a humana. Sem promover a democracia, a pluralidade e a diversidade, a igualdade e a justiça social e ambiental não haverá desenvolvimento, nem se realização dos direitos humanos.” Tendo presente a importância do tema do direito ao desenvolvimento e tudo o que este agenda engloba em nível mundial e em nível de Brasil, esta articulação de parceiros “saúde e reitera a importância deste Mecanismo e seu plano de trabalho que, em conjunto com outras iniciativas no mesmo tema, alenta para avançar na adoção de um instrumento juridicamente vinculante sobre o direito ao desenvolvimento.” Alerta também que para que isto de fato aconteça o processo deve ter sempre presente e em consideração “o conhecimento das realidades, o debate profundo e ampla participação, inclusive da sociedade civil.” Além dos desafios históricos no tema do direito ao desenvolvimento, as organizações também assinalam que o contexto da pandemia do Covid-19 que ora vivemos, apresenta desafios ainda mais graves.  Tal contexto exige mais do que nunca “enfrentar com força as desigualdades, o desemprego, a precarização e a informalidade, os fundamentalismos, as fake news e a desassistência programada dos direitos sociais.”

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Organizações se reúnem em terceira oficina para prosseguir com Ação de Monitoramento de Violações dos Direitos Humanos no Contexto da Covid-19

A oficina nacional do processo de Ação de Monitoramento de Violações dos Direitos Humanos no Contexto da Covid-19 teve sua terceira edição no dia 13 de agosto, com o objetivo de prosseguir com os encaminhamentos do processo. O encontro aconteceu em uma videoconferência e contou com a presença de 55 participantes, representantes de pelo menos 40 organizações e movimentos sociais, de 19 estados e DF. A coordenação nacional da iniciativa vem dialogando com as organizações participantes desde o lançamento da ação que aconteceu no início de julho. Desde então, a metodologia do Monitoramento de Violações dos Direitos Humanos foi apresentada e debatida com os parceiros nos estados; buscou-se fortalecer o processo de mobilização e articulação entre parceiros e identificar possíveis alegações/casos de violações de direitos humanos no contexto da COVID-19 a serem acompanhados em cada estado; e, agora na terceira oficina, o foco foi o trabalho de qualificação e documentação do caso de violação definida para o monitoramento nos estados, com o apoio de um formulário para preenchimento. Em atenção ao objetivo da reunião, Gilnei J. O. da Silva, sócio-fundador do Instituto Dakini e integrante do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), que vem contribuindo na equipe operacional da iniciativa, fez a apresentação de cada fase do formulário. “O formulário é quase que autoexplicativo. Há campos de respostas de múltipla escolha e por escrito, além de ter espaços para a inserção de documentos de todos os tipos, como imagem, vídeo e texto. Ele traz questões que foram retiradas dos instrumentos e mecanismos das Nações Unidas (ONU) e da orientação do sistema de petições e casos da Organização dos Estados Americanos (OEA)” diz. A apresentação do formulário seguiu o passo-a passo junto com os participantes e a partir deste momento será disponibilizado para que as organizações parceiras dos estados que já definiram os casos a serem documentados possam acessar o mesmo e avançar na documentação dos casos.  Frisou-se que diante de dúvidas sobre o preenchimento, a equipe operacional deverá ser informada para prestar apoio aos parceiros nos estados. Paulo Carbonari, coordenador nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) chama atenção sobre a importância desse passo contido na metodologia: “O formulário serve fundamentalmente para a organização das informações e dos conhecimentos que temos sobre os casos, de modo que isso ganhe uma sistematicidade. Queremos com essa ação documentar situações, casos e alegações de violações de direitos humanos no contexto da pandemia. É sempre importante focar no contexto da pandemia, pois deve existir essa vinculação. Se o objetivo é documentar, vamos lidar com dois elementos muito importantes que são essas informações e conhecimentos que estão por aí dispersos, que estão em sujeitos ou em documentos. O que nos desafia é o exercício de reunir todo esse material” explica. Paulo também relembrou que para a qualificação dessas informações é importante consultar o item 8 do termo de referência, que fala sobre as fontes que podem ser utilizadas para dar sustentação às alegações. A iniciativa de monitoramento “Direitos Humanos em Ação” foi pensada com o objetivo de acompanhar as situações de violações de direitos e de medidas de retrocessos dos direitos humanos no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasil. A ação está inserida na campanha “Todas as Vidas Valem”, coordenada pelo MNDH, mas também conta com a participação e coordenação da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), da qual fazem parte o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Processo de Articulação e Diálogo (PAD), o Fórum Ecumênico ACT Brasil e os parceiros de Misereor no Brasil.

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Organizações denunciam descaso com saúde no Brasil

A Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Fórum Ecumênico ACT Brasil (FE ACT Brasil), o Processo de Articulação e Diálogo (PAD), em conjunto com o Centro de Educação e Assessoramento Popular (CEAP), denunciam a incapacidade do governo federal em executar o orçamento aprovado no Ministério da Sáude para o combate ao COVID-19 no Brasil. A denúncia traz uma série de apontamentos resgatando os vários momentos deste período da Pandemia no Brasil, aponta posturas irresponsáveis do Presidente da República Jair Bolsonaro e denuncia que o Brasil não tem conseguido adotar “medidas sanitárias e de proteção social da população, com a robustez que seria necessária para o caso, inclusive já experimentadas e adotadas por vários países”. A denúncia centra atenção na auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), referente ao período da pandemia do COVID-19 no Brasil. O relatório aprovado pelo Tribunal no dia 22 de julho de 2020, com número de processo TC 014.575/2020-5, que está no site do TCU, aponta que o Ministério da Saúde teve baixa “execução do orçamento aprovado para ações relacionadas à pandemia, com gastos de apenas 30% do valor recebido, e falta de definição objetiva de critérios para transferência de recursos. Há ainda superposição de funções, ausência de funcionamento formal, não definição de competências e falta de transparência”. As organizações afirmam que este “fato demonstra, sem nenhuma margem para dúvidas, que o governo Bolsonaro adota atitude irresponsável e criminosa. Se há disponibilidade de recursos, autorização de gasto pelo Poder Legislativo e pelo Poder Judiciário, previsibilidade no comportamento do vírus e a necessidade de ações correspondentes, e mesmo assim o governo não gasta o recurso, resta evidenciado o nexo causal entre a não disponibilidade de condições suficientes para o enfrentamento da epidemia e o alto número de infectados/as e mortes.” A denúncia foi encaminhada no dia de hoje, 23 de julho de 2020, para a Relatora Especial para os Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais da Comissão Interamericana de Direitos Humanos – CIDH/OEA, Sra. Soledad García Muñoz; para o Presidente da CIDH/OEA e Relator para o Brasil no âmbito da Sr. Joel Henandez; e, também será encaminhada para a Relatora Especial sobre o Direito à Saúde, da ONU, Sra. Tlaleng Mofokeng. Além de denunciar as organizações “instam as relatorias a acompanharem a situação do Brasil no contexto da pandemia da Covid-19 e também a manifestarem-se sobre as dificuldades ora denunciadas, em especial à incapacidade do governo brasileiro em executar o orçamento aprovado para combate da pandemia do Covid-19 no país.”

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Nova oficina dá continuidade ao processo de Monitoramento de Violações de Direitos Humanos no Contexto da COVID-19

No dia 16 de julho foi realizada a Segunda Oficina Nacional – Direitos Humanos em Ação, com o objetivo de prosseguir com o encaminhamento da Metodologia de Monitoramento das Violações dos Direitos Humanos no Contexto da COVID-19. O encontro aconteceu em uma videoconferência e contou com a presença de 41 participantes, representantes de pelo menos 30 organizações e movimentos sociais, de 19 estados e DF. Como pauta da agenda, Enéias da Rosa (AMDH), retomou os principais pontos e encaminhamentos levantados pela oficina de lançamento, tratando da necessidade de fortalecimento e ampliação dos parceiros envolvidos no processo nos Estados; o estabelecimento de um cronograma de reuniões nacionais (definido para realização de oficinas nacionais a cada três semanas); e a construção de canais de comunicação e repositórios de informações, materiais e documentos relativos à ação de monitoramento.  A pauta central desta segunda oficina foi o debate sobre o objeto ou alegação/caso de violação que será monitorado pelas organizações parceiras nos Estados, ponto este coordenado pela Roseane Dias, da equipe operacional e da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH).  Na sua fala ela retomou alguns pontos referente as seis etapas contidas na metodologia e detalhou a primeira etapa, que é a identificação da alegação de violação aos direitos humanos. Além de tratar de aspectos relativos aos pontos 7.8.9.10 da metodologia, Roseane enfatizou que é importante ”não esquecer que estamos falando de violações no contexto da pandemia da COVID-19”. Paulo Carbonari (MNDH) reafirmou que “o foco de atuação nesse primeiro momento é, em primeiro decidir quais entidades vão fazer esse monitoramento em cada estado. Cada estado mede sua realidade, avalia suas condições e define os sujeitos da ação de monitoramento. Em segundo lugar, será definido o objeto, o que vamos monitorar, usando os critérios do Termo de Referência. A equipe operativa vai estar disponível para ajudar cada estado a fazer essa definição.” Outro conteúdo que se estendeu durante a reunião foi a mobilização e ampliação de parceiros, assunto encaminhado da oficina anterior. “Percebemos a necessidade de ampliação de parceiros que poderiam se somar e cobrir campos de atuação que na Oficina de Lançamento ainda estavam ausentes. Faremos na sequência um processo de mobilização para as articulações, redes e movimentos nacionais para que elas incentivem a participação de suas representações locais, que estão nos estados. Assim, também tomamos parte de outras agendas e processos que estão andando.” explica Enéias da Rosa (AMDH). A iniciativa de monitoramento “Direitos Humanos em Ação” foi pensada com o objetivo de acompanhar as situações de violações de direitos e de medidas de retrocessos dos direitos humanos no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasil. A ação está inserida na campanha “Todas as Vidas Valem”, coordenada pelo MNDH, mas também conta com a participação e coordenação da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), da qual fazem parte o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Processo de Articulação e Diálogo (PAD), o Fórum Ecumênico ACT Brasil e os parceiros de Misereor no Brasil.

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Oficina de Lançamento do Monitoramento de Violações de Direitos Humanos

A Oficina de Lançamento do Monitoramento de Violações de Direitos Humanos foi realizada dia 9 de julho e teve como objetivo apresentar a metodologia de trabalho com parceiros e de vários estados brasileiros. O encontro aconteceu em uma videoconferência, que foi coordenada por Enéias da Rosa, secretário executivo da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH) e por Paulo Carbonari, coordenador nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH). “Além de fazer o seguimento das violações de direitos humanos no contexto da COVID-19 e o monitoramento das ações a serem desencadeadas, queremos que a metodologia venha fortalecer a organização e atuação dos parceiros locais”, explica Enéias. Na apresentação e compartilhamento dos principais eixos de atividade, Paulo Carbonari ressalta: “O nosso esforço aqui não é só para fazer o acompanhamento das violações, mas também documentar essas violações que estão acontecendo no contexto da COVID-19, para proteger os sujeitos, criar condições para evitar essas violações e para defender a democracia”. O encontro contou com a presença de 44 participantes, representando 37 organizações, com a participação de 17 estados. Os representantes das organizações parceiras destacaram a importância da ação e ao mesmo tempo os desafios que estão colocados para sua execução neste atual contexto. “Uma medida que precisamos ter é a de ir além da documentação das violações, vendo a forma que vamos registrar esse momento de travessia. Estamos sendo atacados não só pela pandemia, mas também pela outra “pandemia política” que estamos vivendo. Mais do que o monitoramento, isso é um instrumento de memória e de eternização das nossas dores e das nossas resistências” aponta a participante Joisiane Gamba, membro da coordenação colegiada da SMDH. A iniciativa de monitoramento “Direitos Humanos em Ação” foi pensada com o objetivo de acompanhar as situações de violações de direitos e de medidas de retrocessos dos direitos humanos no contexto da pandemia da COVID-19 no Brasil. A ação realiza essas atuações inserida na campanha “Todas as Vidas Valem”, coordenada pelo MNDH, mas também conta com a participação e coordenação da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), da qual fazem parte o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), o Processo de Articulação e Diálogo (PAD), o Fórum Ecumênico ACT Brasil e os parceiros de Misereor no Brasil. A próxima oficina de trabalho já está marcada para o dia 16 de julho, proxima quinta-feira, as 16:30 hs.

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